Sabe por que é importante ter um DAE nas escolas e instituições de ensino e como a formação em SBV-DAE pode preparar profissionais para agir numa emergência." /> DAE em escolas e instituições de ensino | Renata

DAE em escolas e instituições de ensino

15 setembro 2026

Uma emergência pode acontecer em qualquer lugar, incluindo escolas e outras instituições de ensino. A paragem cardiorrespiratória pode acontecer a qualquer pessoa, independente da idade e por isso, estar preparado para agir rapidamente pode fazer a diferença. É neste contexto que o Desfibrilhador Automático Externo (DAE) assume um papel importante na segurança de uma comunidade escolar.

 

Ter um DAE disponível é apenas uma parte da preparação. É igualmente essencial que existam pessoas formadas para reconhecer uma situação de emergência, iniciar o Suporte Básico de Vida (SBV) e utilizar o equipamento de forma adequada e segura.
 

Porque é importante ter um DAE numa escola?

 

Perante uma paragem cardiorrespiratória, cada segundo conta. Enquanto se aguarda a chegada dos meios de emergência, o início precoce da reanimação e a utilização de um desfibrilhador podem contribuir para aumentar as possibilidades de sobrevivência.

 

Nas escolas, onde diariamente estão presentes alunos, professores, funcionários e outros elementos da comunidade educativa, a existência de um DAE em contexto escolar permite uma resposta mais rápida e eficiente perante uma emergência.

 

O equipamento foi concebido para orientar o utilizador ou socorrista durante a intervenção, analisando o ritmo cardíaco e indicando quando é necessário administrar um choque. No entanto, a sua instalação deve estar devidamente estruturada, nomeadamente através da implementação de um Programa de DAE.

 

DAE e formação: duas componentes essenciais

 

A presença de um desfibrilhador, por si só, não garante uma resposta eficaz. É fundamental que a escola ou instituição tenha profissionais preparados para reconhecer uma paragem cardiorrespiratória e atuar nos primeiros minutos.

 

A formação em SBV-DAE permite desenvolver conhecimentos e competências para:

 

- Reconhecer uma situação de paragem cardiorrespiratória;

- Avaliar a segurança e a consciência da vítima;

- Contactar rapidamente o 112;

- Iniciar manobras de Suporte Básico de Vida;

- Utilizar corretamente o DAE;

- Articular a utilização do desfibrilhador com as manobras de reanimação.

 

Saber previamente o que fazer, onde está o equipamento e como utilizá-lo permite uma resposta mais organizada e confiante, aumentando a probabilidade de sobrevivência da vítima.

 

Criar uma cultura de prevenção e segurança

 

A implementação de um programa DAE numa escola deve ser encarada como parte de uma estratégia mais abrangente de segurança.

 

É importante definir procedimentos internos, definir o responsável local pelo programa e os operacionais do mesmo, garantindo a acessibilidade do equipamento e a atualização da formação em SBVDAE.

 

A sensibilização da comunidade escolar para o Suporte Básico de Vida e DAE pode também contribuir para criar uma cultura de prevenção. Professores e funcionários, por exemplo, podem desempenhar um papel fundamental na resposta inicial até à chegada das equipas de emergência.

 

Nas escolas e instituições de ensino, investir na formação em SBV-DAE é, por isso, uma forma de reforçar a segurança de toda a comunidade.

 

A RENATA disponibiliza cursos e Programas DAE, ajudando instituições a preparar os seus profissionais para responder de forma adequada perante uma emergência.

 

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